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16 de outubro de 2013

Nossa Garibaldi Feliz: Valores, Fraternidade e Muita Luz...

Olá queridos!

Bem, hoje conversando com meu marido, pessoas que no interior, gostam de uma "prosa", concluímos após certo tempo e reflexão, que o importante na vida é termos SUCESSO...

Vejam bem ter sucesso, no interior, significa, ter sua casa própria, sua família reunida no domingo, ter saúde!



Falamos bom tempo sobre a diferença de valores...

Na capital, sucesso é aparecer no face, é ter IBOPE, e ser quem você muitas vezes não é,  mas importa que PENSEM SER!

Falamos com pessoas com "sotaque da colonização” italiana, mas que apesar de brincarmos, são pessoas especiais. Informam-te em caso de duvidas, te indicam onde compras mais barato, e sempre te servindo, em restaurantes, lojas e etc., te agradecem...

Informações de locais? Dão-te sorrindo e indicam como podes chegar à Fenachamp, Vinícolas, Feiras e inclusive, aconselham: “por dez reais, vais e mais dez voltas, pra que estragar teu carro?”.

Essas pessoas pertencem a uma época que perdemos... Devem vir de 1900, onde o respeito e a real FRATERNIDADE existiam.



Gente que delatam sem medo marginais, e incentivam a cada um a descobrirem, Garibaldi, pois, é uma cidade guardada com certeza por seu patrono, é lindinha!

Tem canteiros floridos tipo filme de Disney, e nada se estraga, vi um rapaz, um menino, molhando com o restinho da água mineral uma planta que parecia abatida, disse-nos ele lamentando... São pequenos valores, ali permanecidos...

A nossa “Gaba”, se Deus permitir será local de nossa velhice...



É unica ,e linda como a luta de aqueles que querendo alguns ou não ,lhes deram esse nome como homenagem ao Grande Giussepe ....

Meu pai acendeu luzes com esse nome... Talvez antevendo que um dia nos iluminaria!



Abraços fraternos,

Mara Bahia.

24 de setembro de 2013

Os Aniversários...

Olá, queridos...

A cada ano em que se repete a dada que chegamos ao planeta, reiniciamos um ciclo individual, chamado “Nosso Ano Novo”, por muitos estudiosos do Esoterismo e de suas ramificações.

Ao nascermos, encarnarmos, reencarnarmos, como preferirem, trazemos em nosso Plano de Nascimento, metas e objetivos, traçados com duas datas certas: A de Nascimento, e a de Partida...


Nesse entremeio, estão ali fatores cármicos imutáveis que enfrentaremos e também, linhas tênues, que nos dão chances de escolhas e de caminhos em que efetuaremos nossas rotas e a vivência desta existência.

Não há fórmulas mágicas, nem previsões de como se deve transitar nestes caminhos.
Temos a opção do Livre Arbítrio, e a crença, que por bondade Divina escolhemos, para auxiliar-nos nestas tarefas.


A cada “Parabéns a Você”, cantado de forma ritmada e com palmas, recebe-se uma dosagem extra de energia, no estalar das mãos daqueles que nos gostam, e ouvimos como uma prece à letra em que todos pedem muitos anos de vida, saúde e felicidade!

Disse o poeta, que “tudo é mais forte, quando todos cantam a mesma canção”, e vemos ai à sabedoria expressa na simplicidade de uma frase...


Quando estamos, vivendo nossas vidas em um Lar de tranquilidade e respeito, devemos saber, que muitas coisas e pedidos, com certeza contribuíram para intercederem, junto ao Pai Sublime, por nós, e o oposto, ou seja, as angústias, dores, fatos desagradáveis que enfrentamos , não é resposta do Criador a pedidos dos menos felizes, e sim nosso momento de obedecer o mapa da vida, que nos lembra que não estamos neste momento, a passeio...

Cada Ano Novo, é uma nova oportunidade e por isso, apreendemos desde crianças a amar nossa data de nascimento, e quanto mais vivemos, mais a entendemos...



Espero, que cada um que ler esse texto, tenha muitos “Anos Novos”, a partilhar com seus amados.

Pois o ano novo coletivo, é data para agendas, datas para quitarmos compromissos, e coisas da vida comum... 

Mas a nossa data, é só nossa, e esse “Ano Novo”, com toda certeza trará situações que poderemos exercer escolhas e sermos mais felizes, sempre!



Beijos Fraternos.

Mara Bahia.

9 de junho de 2013

O Pavor da Vida...

Amados, 

Observei e observo no transcurso diário de cada dia, o medo da vida.
Parece estranho?  Mas não é!

Conheço algumas pessoas, que desenvolveram a “doença do Pânico por terem sofrido perdas que não puderam superar”.


A medicina “médica”,  não as cura!

Cada um tem que fazer força para, quando tiver medo de gente, vá ao mercado de sua cidade, o público, onde há aromas, gritos de vendedores e você saiba, vai transpirar ter medo, mas se conseguir, sente em um banco e, se entregue a esse suposto “cruel curador”...

Cada vez que vencemos, eu digo por experiência própria, o medo do outro, começamos a sentir, que aquele que vende seu pão, peixe, doces ou pimentas, funciona como um ser alertador de que estamos vivos e precisamos vencer esse medo absurdo do semelhante, com o oposto, que o pânico que  nos provoca.


Se você vencer a si mesmo, mesmo que te perguntem se estas mal, ou precisa ajuda, você conseguir dizer: Grato, estou bem, de forma rápida e inesperada, vencerás o pânico, que nos incentivam, a cada dia ter de nosso semelhante.

Não pretendo que ninguém se descuide de sua segurança, pois a transição em nosso planeta nos implica o medo.

Mas se você vencer a si mesmo com alternativas como já fiz um dia, de ir caminhar em uma avenida repleta de pessoas, sons e gritos, ou sentar no mercado público, tomar aos poucos um suco, ouvindo e se sentindo “entre humanos”, como você, as dores cessarão e terás vencido a ti mesmo, nos medos absurdos que sempre nos sucedem, e falo por experiência, após uma perda.



Essas perdas fazem parte, a gente perde amores para outros amores, perde amados, que retornam ao plano maior, perde emprego, que nos fazem desprover nossos lares, mas o mais importante é a capacidade de novamente ir atrás das perdas... E vencê-las, eis a vitória!

E olha, se consegue! Deus tira de nós amados, para nos dar outros, tira empregos, onde nosso trabalho será melhor reconhecido, e busca para Casa, dor maior, aqueles que Ele nos confiou a guarda.


A doença do pânico, pode ser vencida por cada um de nós, basta à vontade de contradizer, de dizer basta ao que ela nos ameaça.

Eu a venci uma vez, e talvez caso a tenha, a vencerei novamente...

Porque amados, descobri o antídoto!


Meu carinho, sempre, uma semana de Luz...



Abraço fraterno,
Mara Bahia.

28 de maio de 2013

Escrever é Preciso...

Queridos, olá!

Como muitas vezes, temos muitas coisas que gostaríamos de compartilhar pode ocorrer de repente, o tema para nossos textos, sumir, de nossas mentes, e ficarmos na dúvida, qual caminho tomar.



Bem, quanto mais se escreve, maior é a chance de escrevermos mais, pois a escrita é um exercício diário, que se torna publico, por meio de blogs, ou não.

Eu tive a oportunidade de conhecer a alguns anos, uma senhora, tida como alguém portadora de doenças mentais, que em uma das igrejas mais importantes (se é que existe igrejas mais importantes )da cidade, escrevia cartas, por bondade do padre que ali exercia assim, com forma fraterna e generosa seu oficio.

Cartas com uma beleza e perfeição ao imperador D.Pedro I, usando uma linguagem e um estilo retórico de escrita, que encantava aqueles que as liam.

Expressões de época, citações de pessoas que faziam parte da corte impressionava pessoas, que estudavam história, ou lecionavam história uma vez que ela se apresentava, apesar de roupas humildes que vestia, pela postura ao andar e falar, como se estivesse diante de súditos que ela honravam com a atenção que lhes era dispensada, com uma educação invejável.


Seus pedidos e a elegância com que sentava a mesa da casa paroquial impressionavam quem a havia visto fazer uma refeição,porém, ao fim da missa ela sumia, e nunca nós soubemos, além do padre e pessoas mais engajadas na igreja onde ela morava.

Quando uma vez perguntada sobre se precisava algo, a Duquesa, como fazia questão de frisar, pediu papel branco (folhas de ofício), e tinta para uma caneta tinteiro dada por um vizinho, encantado com a maravilha dos documentos, que ela dirigia para o “Regente” do Brasil.

Pois bem, esse caso, na visão espiritualista, mostra que a partir de uma certa idade, creio ter sido por volta dos 14, se me recordo bem, aflorou essa etapa encarnatória vivida por esse espírito,creio nessa fase, ela foi muito muito feliz.



Também, outros amigos, espiritualistas, disseram achar ser um processo obsessivo, que a detivesse presa ao espírito da Duquesa.Eu pessoalmente não acredito nessa hipótese.

Fora a questão,medica que a via como alguém totalmente desequilibrada, que deveria ter tratamento devido, mas como era de uma delicadeza impar, as senhoras da igreja, a cuidavam, certas de que não merecia, aquele ser humano, ser tratado como doente perigoso ou junto a estes.

Que fim teve? Não sei...

Mas devido à idade, por volta de setenta e alguns anos, creio haver partido, deixando na igreja as cartas desenhadas na forma de letras belíssimas, que imagino ocupam lá alguma gaveta.E a certeza de sua passagem por aqui...



Se a Duquesa, realmente o foi, fica no imaginário de cada um de nós...
Mas que era um caso para ser mais do que observado era. Fazer o que?
Resta a lembrança...





Abraço fraterno, 
Mara Bahia...