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1 de dezembro de 2013

Verdadeira Umbanda: A Gente Sempre Acaba Sabendo Cada Uma...

Olá, queridos...

 Soube, por acaso, e como não acredito em coincidências e acasos, que um local, onde funciona de forma clandestina um bingo, e que as pessoas que o frequentam, se referiram aos alimentos ali vendidos, para quem me narrou o episódio, como feito de trabalhos de matança (termo mais antigo, hoje se usa com mais frequência o termo “corte”, que é mesma coisa).E não comprariam.

Essa pessoa que me narrou o fato desconhece a Umbanda sem sacrifícios sem cobranças, e faz, do pouco poder aquisitivo que tem, consultas que lhe diminuem a fartura em sua mesa.



Mas partindo do pressuposto, que conhecia a Casa mencionada,( apesar de não gostar de bingo), eu conheço, e sei não fazer sacrifícios, pelo menos até alguns anos, defendi o consumo dos alimentos, como não tendo nenhuma associação a rituais de sacrifícios, mas quem disse que a convenci? Para ela a Umbanda que ela conhece, mata, oferece e cobra, por isso é mais “forte”...

No que falei há convicção, mas no acreditar, é responsabilidade de quem quer, ou não crer.

Portanto há que se cuidar, quando se associa a determinada Casa, Tenda, Terreira, ou nome que se dê, que nossos atos, na vida comum não a  denigram, tenha como exemplo, o nome desta Casa,que confunde pessoas, que apenas a procuram para seu benefício, e que esse tipo de gente, nunca seja mais valorizadas do que seus obreiros, pois como ela na sua visão de “não médium”, ali, os “batuqueiros” tiravam dinheiro, pelo jogo e pela venda de comida de santo.



É... As pessoas não imaginam como podem e devem elevar o nome da Verdadeira Umbanda, não dando margem a muitas pessoas, que ignoram seus ritos simples e puros, como comércio e ilegalidade, pois o jogo é proibido, apesar de ser moda agora entre pessoas de alto poder aquisitivo o jogo de pôquer!!!

Ahhhhhhh, mas não há dinheiro no jogo é diversão, se há ou não, não sei, mas se é ilegal, é moralmente incorreto ou amoral.

Eu fico pasma com determinadas coisas que ouço de Casas de Religião, termo também bastante usado pelo leigo, que coloca tudo na mesma panela e faz seu caldo... Eu apenas ouvi e não comentei que conhecia... Tive vergonha. Como se podem adotar na vida dois pesos e medidas?



Tu podes ter teu local de jogos, fulano é excluído porque jogou? É assim que as coisas funcionam, quando se juntam as gêmeas: ganância e prepotência.?

Mas o pior é observar em locais onde muitas pessoas circulam, comentários sobre trabalhos mandados fazer para, afastar casais, agravar enfermidades, e em alguns casos até a morte de alguém, e se dizem Umbandistas e vestem roupas brancas, cobram e fazem, e juram terem Orixás regentes que “autorizam”...

A ignorância, prevalece em todas as religiões não esta na ritualística, mas nos interesses humanos que a manipulam a sua mercê, sem saber que prestarão contas...



Vi casais separados por magias cruéis, pois o que menos preocupa é a criatura ir, pedir um trabalho, o Pai, Mãe ou Zelador de Santo, cobrar muito e não fazer nada, merece! Quem pede o mal, a enfermidade de seu semelhante, vai contra normas de qualquer religião. Mas há os que fazem, e conseguem manipulando espíritos cegos, e presos a realidades físicas, que se dispõe a um determinado “acerto” de ofertas, ou oferendas fazê-lo...

Mas já tive e tenho provas nessas minhas vivências, que ao perceberem, estarem fazendo o mal a quem não merece, se voltarem de forma feroz ao “encomendador” do trabalho, e é triste, o resultado, muitos brincam com forças que desconhecem, e para encerrar,


Muitos dos Guardiões que nos guardam hoje tiveram seu passado atados a bruxos e bruxas manipuladoras, que guando a magia reverteu, foram encaminhados a planos de estudo, e hoje zelam e cuidam de seus irmãos de forma fraterna, trabalhando junto aos médiuns e àqueles que querem tirar das Encruzilhadas e Cruzeiros, assim como das Calungas Pequenas...



Cuidado você que se diz médium de Umbanda, o que faz, com a sua fé, e aqueles que se esforçam para crer, o que seus atos pode por fim a  uma linda fé , e  destrói,a crença do outro e seu direito a livre escolha.
Uma pausa para meditação!



Abraço Fraterno & Excelente Semana,

Mara Bahia.

12 de março de 2013

Na Beira do Mar...

Olá, queridos...

Tudo é mais simples, na beira do mar, já perceberam?

As pessoas, as roupas, os objetos, enfim, conseguimos fugir da cidade que existe dentro de nós ....

Explico... Em contato com o mar, somos peixinhos, que retornam ao local, de onde viemos, nos primórdios da criação, e o nosso nascimento de gestação de nove meses na água, nos chama a reflexão...


Eu em particular, penso muito mais no mar, o ar é menos denso, as pessoas em contato com esse agente transmutador ficam mais dóceis, e consegue-se muito mais, falar sobre aquilo que pensamos, e também fazer planos.


Isso ocorre porque a densidade vibratória das cidades grandes, deixam uma enorme sensação de peso, e muitas vezes, (já tive prova disso), a leveza da saída da praia, o peso de virmos do litoral ao entrarmos na cidade, e a leveza de voltar no mesmo dia, comprova para mim, essa mudança etérea de lugar e lugares.

No dia a dia, a beira mar, veja bem, não necessariamente na areia, mas no litoral, vamos nos desapegando de coisas que doeram, magoaram, decepcionaram, e bem devagarzinho de uma forma sutil,entram os planos, a renovação, a tranquilidade da mente, e até a capacidade de perdoar aumenta.

Quando falo perdoar, é esquecer o que doeu em nós, mas não o esquecimento. É parece, e é incoerente esse raciocínio, mas cabe lembrar, que como disse Paulo, apóstolo do Mestre Nazareno: "O espírito é forte, mas a carne é fraca".


Quem te fez  chorar, tenha certeza, se permitires o fará novamente...


Lembre sempre, da lenda do “Sapo & do Escorpião”, onde o escorpião justifica, ao sapo o fato de picá-lo, e ambos morrerem, fazer  parte da sua NATUREZA, ou seja é sua essência...


Eu, hoje, estou falando, de densidades de lugares, e isso observei em Templos, não vou citar nomes, mas se aplica esse termo a todos, onde se pode observar, carrancas nas pessoas, que confundem seriedade com rispidez, acham que sorrir em harmonia, é deboche, e que só sentindo culpa de tudo, serão seus adeptos agraciados por Deus... Pobres e infelizes os que pensam assim...


Esse tipo de pensamento quando é isolado pela maioria, é neutralizado, e o carrancudo, sem perceber, sai feliz e satisfeito do templo.


Mas, se a maioria, adota o comportamento carrancudo, maldoso, infeliz e falso, com relação ao seu semelhante, o mínimo que acontece, a aquele, que estava feliz, é sair deste local sentindo uma melancolia sem razão, e sem motivo aparente. Apenas triste, e às vezes muito cansado.





Eu digo o mínimo, pois se pode em ambientes assim densos, onde a presença espiritual de afins, ali também se comprazem, contrair doenças graves, como dizia Chico Xavier, da depressão ao câncer.

Em casos mais sérios, dependendo do norte que esse local assuma, nada melhor que uma boa ida ao mar...

Ali ficarão a maior parte das densas energias, na Grande Calunga, e até outra ida, geralmente os terreiros, o fazem dia 2 de fevereiro (Iemanjá), a “CASA SE SEGURA”...

E assim, observamos nossas afinidades, pois para aqueles que preferem o verde das matas, uma ida a serra, pela altitude e ar rarefeito, vão ter a mesma sensação de leveza ou até ir para beira de um rio, ou fazer como tive a graça de realizar, um passeio de uma hora em um barco, no rio que encontra o mar, e sentimo-nos como um pássaro planando sobre águas doces e salgadas, na beleza da doçura e sal, que compõe nosso corpo, alma e espírito.




Um super abraço,

Mara Bahia...