Olá, queridos...
Soube, por acaso,
e como não acredito em coincidências e acasos, que um local, onde funciona de
forma clandestina um bingo, e que as pessoas que o frequentam, se referiram aos
alimentos ali vendidos, para quem me narrou o episódio, como feito de trabalhos
de matança (termo mais antigo, hoje se
usa com mais frequência o termo “corte”, que é mesma coisa).E não comprariam.
Essa pessoa que me narrou o fato desconhece a
Umbanda sem sacrifícios sem cobranças, e faz, do pouco poder aquisitivo que tem,
consultas que lhe diminuem a fartura em sua mesa.
Mas partindo do pressuposto, que conhecia a Casa
mencionada,( apesar de não gostar de bingo), eu conheço, e sei não fazer sacrifícios,
pelo menos até alguns anos, defendi o consumo dos alimentos, como não tendo
nenhuma associação a rituais de sacrifícios, mas quem disse que a convenci? Para
ela a Umbanda que ela conhece, mata, oferece e cobra, por isso é mais “forte”...
No que falei há convicção, mas no acreditar, é
responsabilidade de quem quer, ou não crer.
Portanto há que se cuidar, quando se associa a
determinada Casa, Tenda, Terreira, ou nome que se dê, que nossos atos, na vida
comum não a denigram, tenha como exemplo, o nome desta Casa,que confunde pessoas, que apenas a procuram para seu benefício, e que esse tipo de gente, nunca seja mais valorizadas do que seus obreiros, pois como ela na sua visão de “não médium”, ali, os “batuqueiros” tiravam dinheiro, pelo
jogo e pela venda de comida de santo.
É... As pessoas não imaginam como podem e devem
elevar o nome da Verdadeira Umbanda, não dando margem a muitas pessoas, que
ignoram seus ritos simples e puros, como comércio e ilegalidade, pois o jogo é proibido,
apesar de ser moda agora entre pessoas de alto poder aquisitivo o jogo de pôquer!!!
Ahhhhhhh,
mas não há dinheiro no jogo é diversão, se há ou não, não sei, mas se é ilegal,
é moralmente incorreto ou amoral.
Eu fico pasma com determinadas coisas que ouço de
Casas de Religião, termo também bastante usado pelo leigo, que coloca tudo na
mesma panela e faz seu caldo... Eu apenas ouvi e não comentei que conhecia...
Tive vergonha. Como se podem adotar na vida dois pesos e medidas?
Tu podes ter
teu local de jogos, fulano é excluído porque jogou? É assim que as coisas funcionam,
quando se juntam as gêmeas: ganância e prepotência.?
Mas o pior é observar em locais onde muitas pessoas
circulam, comentários sobre trabalhos mandados fazer para, afastar casais, agravar
enfermidades, e em alguns casos até a morte de alguém, e se dizem Umbandistas e
vestem roupas brancas, cobram e fazem, e juram terem Orixás regentes que “autorizam”...
A ignorância, prevalece em todas as religiões não esta na ritualística, mas nos interesses humanos que a manipulam a sua mercê,
sem saber que prestarão contas...
Vi casais separados por magias cruéis, pois o que
menos preocupa é a criatura ir, pedir um trabalho, o Pai, Mãe ou Zelador de
Santo, cobrar muito e não fazer nada, merece! Quem pede o mal, a enfermidade de
seu semelhante, vai contra normas de qualquer religião. Mas há os que fazem, e
conseguem manipulando espíritos cegos, e presos a realidades físicas, que se dispõe
a um determinado “acerto” de ofertas,
ou oferendas fazê-lo...
Mas já tive e tenho provas nessas minhas vivências, que
ao perceberem, estarem fazendo o mal a quem não merece, se voltarem de forma
feroz ao “encomendador” do trabalho,
e é triste, o resultado, muitos brincam com forças que desconhecem, e para
encerrar,
Muitos dos Guardiões que nos guardam hoje tiveram
seu passado atados a bruxos e bruxas manipuladoras, que guando a magia reverteu,
foram encaminhados a planos de estudo, e hoje zelam e cuidam de seus irmãos de
forma fraterna, trabalhando junto aos médiuns e àqueles que querem tirar das Encruzilhadas
e Cruzeiros, assim como das Calungas Pequenas...
Cuidado
você que se diz médium de Umbanda, o que faz, com a sua fé, e aqueles que se
esforçam para crer, o que seus atos pode por fim a uma linda fé , e destrói,a crença do outro e seu direito a livre escolha.
Uma
pausa para meditação!
Abraço
Fraterno & Excelente Semana,
Mara
Bahia.











