Páginas

Mostrando postagens com marcador Simbologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Simbologia. Mostrar todas as postagens

28 de abril de 2013

Falando sobre os Chacras...

Queridos, olá...

Começar um texto, sempre é uma bela surpresa, pois eu não sei, o que irá ser dito, e como se configurará o que escrevo...

É engraçado...

Bem, sempre que se quer dizer alguma coisa eu prefiro usar situações que as ilustrem de maneira a ficar clara a ideia desenvolvida.

Quando falei no texto: “Elementar”, na última conexão do ser com o Criador, que se denominam xacras ou chacras, em toda e qualquer filosofia espiritualista sabe-se, que nada mais são, que centro de captações de energia vital, ou seja, imagine de forma rudimentar, uma corneta que puxa energia de fora para dentro, para pontos chaves de um corpo físico.

Na Índia, existem muitos chacras mencionados, e cada um executando uma tarefa...


Vamos lá?

Na Umbanda Real e tradicional é, simples, também nos templos esotéricos,  determina-se, sem sofisticações que alguém inventa para se dizer sábio, devemos saber que temos sete Chacras que se posicionam na nossa coluna com a frente para a parte da frente de nossos corpos.

Cada um, tem uma posição e coloração assim como ondas magnéticas de maior ou menor rapidez e longevidade.

Começa-se normalmente a contar como número 1, o que se localiza sobre o cocix, e esse são apresentados na coloração vermelha,  de deslocamento em direção ao topo da cabeça, que se chama kundalini(cobra), pela rapidez do seu deslocamento, ou o básico. E é o responsável, pelo funcionamento vital e, a manutenção da sexualidade, em cada individuo.

O numero dois, localizado sobre o baço, chama-se esplênico  possui  a cor laranja e sua função  é incentivar o desenvolvimento de glóbulos vermelhos, para todo o corpo físico, manter-se saudável.


No quarto chacra, temos o localizado sobre o fígado, denominado plexo solar, que reflete no seu funcionamento equilibrado, nossas emoções em harmonia, reações de ira o fecham, ou prejudicam seu funcionamento.

Pode-se dizer, que os chacras 1,2,3, são chamados de físicos ou vegetativos, uma vez que seu bom funcionamento mantém a saúde estável.

Os chacras de numero 4, 5, 6, são os chacras  da Espiritualidade, uma vez que, agem na emoção percepção e manifestação da vontade.

O sétimo é o chacra da espiritualidade por excelência, haja visto, que é por onde o Mentor, os Mestres da Luz e o próprio Criador, vibram sobre cada ser humano encarnado.

É o último chacra, que é desligado  no desencarne, quando o Anjo da Guarda, Mentor, Guia como quiserem denominar, recebe a determinação de fazê-lo.

É muito comum, hoje em dia, se ver ou ler, pessoas dizendo que abre ou alinha chacras fechados, e se propõe a fazer disso uma forma de arrecadar renda.

É muito perigoso mexer nestes pontos vitais sem uma grande preparação e ter-se o conhecimento, que cada pessoa, muito experiente nessa área, consegue fazer  é harmonizar 3 pessoas  no máximo, sem causar prejuízos a própria saúde, ao equilibrar seus xacras .

Uma vez que, o que fizer a mais será desgaste em excesso para sua energia vital, uma vez que, é a energia vital de quem alinha ou abre, que é transferida.


O chacra básico ou kundalini,  não deve ser mexido pois, ele pode desenvolver se “aberto” em excesso, um forte impulso sexual, que muitas vezes geram as taras e violências sexuais, provocadas por indivíduos com o kundalini em desequilíbrio.
Deve-se também ter cuidado, com o chacra coronário, pois quem frequenta, ou conhece a  Umbanda sabe que na cabeça não se faz banho de descarga... Dele cuidam os Mentores individuais e coletivos.


É interessante também, sabermos, que a cada chaacra, temos uma nota musical  correspondente... Começando o Dó, no Kundalini, e subindo até o ate o Si, no coronário.

Pode cada individuo, adquirir o hábito, de cantar uma música, de sua preferência, quando estiver desmotivado ou cansado, visando uma maior captação de força para seu organismo físico-espiritual.

Abraço  Fraterno e excelente Dia!





Mara Bahia.

8 de abril de 2013

A Simbologia do número 7...


Sete...
Através de estudos, em várias áreas de pesquisas espirituais ou na observação de relação de números, pode-se afirmar que o número SETE, tem uma condição especial.
Começando pela criação do Universo, diz-se, que Deus descansou no SÉTIMO dia, após criar tudo o que se vê, e não se vê, inclusive o homem.
Na história da humanidade, vemos o sete sendo citado de diversas maneiras como, sete dias da semana,sétimo dia de falecimento, muitos temem o mês 7(julho) por o considerarem o mês em que a Magia atua com maior intensidade na matéria, sete são as maravilhas do mundo.

E, dentro do ocultismo? Ali também se considera o sete o número somado por:   3 + 4, como perfeito, sendo que o 3 significa a tríade da criação (Pai ,Filho e Espírito Santo), e o quatro a forma crucífera que temos na nossa configuração humana (dois braços e duas pernas).
Dentro dos cultos religiosos, o número sete também, possui um enorme poder de imantação: Se observarmos, as sete cruzes de Cristo, as sete cruzes iniciáticas, as sete forças na Umbanda Branca, e as falangesde espiritos, que antes do seu nome apresentam-se  com o número 7 a frente, são a tropa de "choque do plano astral e físico "que vivemos.
Sete também são o número de iniciações e viagens que faz o neófito nos ritos, e muito mais. Pode-se analisar neste número mágico sendo citados desde os primórdios, como as sete pragas do Egito, o Castiçal de sete velas do Judaismo, chamado de Menorah, as Sete Virtudes e os Sete Pecados Capitais, e vai sendo citado em vários cultos e religiões. Além dos 7 chacras... (que é assunto para outro post...)

Dentro dos ritos da Umbanda, o número 7 destina-se a Omulu, chefe das falanges que trabalham, sob essa força, são os que desmancham, e desfazem, “as demandas”, que muitas vezes  atrasam os encarnados. É de certa forma, errônea a denominação de “Falanges de Demanda”, e pouco se pergunta o que significa, na verdade, são entidades que enfrentam seres trevosos, ou sejam, travam demandas (confrontos) astrais, que muitas vezes, na ignorância do bem, que é fazer o bem, perseguem e prejudicam os encarnados de diversas formas, e são  esses irmão, espirituais que desfazem, e muitas vezes se lê: “abrem os caminhos” de acordo com o merecimento de cada um.

Enfim, como um número mágico que é, pode-se dizer que o sete representa a nossa ligação com o imaterial, ou seja, através destas forças espirituais, podemos contatar o plano para nós invisível.
Quando em trabalhos espirituais, são esses irmãos que carregam o sete consigo, os primeiros a atender nossos chamados, e após de tudo concluído, os últimos a se despedirem, só o fazendo quando há total segurança espiritual a aqueles que lá se encontram.

Por fim, se formos buscar em inúmeras culturas, absolutamente diferentes da nossa encontraremos ali, o número sete como um número mágico e misterioso.
Uma vez, ouvi de um Irmão Espiritual, em trabalho de atendimento desobsessão, que: “O mal que há no nosso plano, é que as pessoas, tem a cabeça e o coração,mas a boca entre eles, causa mais mal que muita magia”... risos.
Meu respeito e carinho Mestre Ogum Sete Ondas.

Fraterno abraço,

Salve, Saravá, Bença, Namastê, Aleluia, Amém, Salam Salaiko, Axé...

Mara Bahia.

12 de março de 2013

Na Beira do Mar...

Olá, queridos...

Tudo é mais simples, na beira do mar, já perceberam?

As pessoas, as roupas, os objetos, enfim, conseguimos fugir da cidade que existe dentro de nós ....

Explico... Em contato com o mar, somos peixinhos, que retornam ao local, de onde viemos, nos primórdios da criação, e o nosso nascimento de gestação de nove meses na água, nos chama a reflexão...


Eu em particular, penso muito mais no mar, o ar é menos denso, as pessoas em contato com esse agente transmutador ficam mais dóceis, e consegue-se muito mais, falar sobre aquilo que pensamos, e também fazer planos.


Isso ocorre porque a densidade vibratória das cidades grandes, deixam uma enorme sensação de peso, e muitas vezes, (já tive prova disso), a leveza da saída da praia, o peso de virmos do litoral ao entrarmos na cidade, e a leveza de voltar no mesmo dia, comprova para mim, essa mudança etérea de lugar e lugares.

No dia a dia, a beira mar, veja bem, não necessariamente na areia, mas no litoral, vamos nos desapegando de coisas que doeram, magoaram, decepcionaram, e bem devagarzinho de uma forma sutil,entram os planos, a renovação, a tranquilidade da mente, e até a capacidade de perdoar aumenta.

Quando falo perdoar, é esquecer o que doeu em nós, mas não o esquecimento. É parece, e é incoerente esse raciocínio, mas cabe lembrar, que como disse Paulo, apóstolo do Mestre Nazareno: "O espírito é forte, mas a carne é fraca".


Quem te fez  chorar, tenha certeza, se permitires o fará novamente...


Lembre sempre, da lenda do “Sapo & do Escorpião”, onde o escorpião justifica, ao sapo o fato de picá-lo, e ambos morrerem, fazer  parte da sua NATUREZA, ou seja é sua essência...


Eu, hoje, estou falando, de densidades de lugares, e isso observei em Templos, não vou citar nomes, mas se aplica esse termo a todos, onde se pode observar, carrancas nas pessoas, que confundem seriedade com rispidez, acham que sorrir em harmonia, é deboche, e que só sentindo culpa de tudo, serão seus adeptos agraciados por Deus... Pobres e infelizes os que pensam assim...


Esse tipo de pensamento quando é isolado pela maioria, é neutralizado, e o carrancudo, sem perceber, sai feliz e satisfeito do templo.


Mas, se a maioria, adota o comportamento carrancudo, maldoso, infeliz e falso, com relação ao seu semelhante, o mínimo que acontece, a aquele, que estava feliz, é sair deste local sentindo uma melancolia sem razão, e sem motivo aparente. Apenas triste, e às vezes muito cansado.





Eu digo o mínimo, pois se pode em ambientes assim densos, onde a presença espiritual de afins, ali também se comprazem, contrair doenças graves, como dizia Chico Xavier, da depressão ao câncer.

Em casos mais sérios, dependendo do norte que esse local assuma, nada melhor que uma boa ida ao mar...

Ali ficarão a maior parte das densas energias, na Grande Calunga, e até outra ida, geralmente os terreiros, o fazem dia 2 de fevereiro (Iemanjá), a “CASA SE SEGURA”...

E assim, observamos nossas afinidades, pois para aqueles que preferem o verde das matas, uma ida a serra, pela altitude e ar rarefeito, vão ter a mesma sensação de leveza ou até ir para beira de um rio, ou fazer como tive a graça de realizar, um passeio de uma hora em um barco, no rio que encontra o mar, e sentimo-nos como um pássaro planando sobre águas doces e salgadas, na beleza da doçura e sal, que compõe nosso corpo, alma e espírito.




Um super abraço,

Mara Bahia...