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19 de julho de 2013

Esclarecendo & Conhecendo a Umbanda Real...

Queridos, oi!

Após receber de alguns irmãos, perguntas do que me refiro quando falo na Umbanda Real, posso mencionar duas etapas de entendimento.

Vamos lá?!



A primeira remonta a antiga Atlântida, onde o culto aos Seres Luminares (orixás), já era efetuado, através do culto a natureza, aos seres de funções determinadas pelo Deus Sol, (Oxalá associado a Jesus) e Senhor do Universo (Oxalá Lufã).

Quando esses seres, voltaram ao seu local de origem e Atlântica é afundada, no local que hoje, é chamado oceano Atlântico, o culto da Umbanda Real,  a Seus Mestres e responsáveis, pelo regresso de seus habitantes, já resgatados de seus carmas reencarnátórios; Parte da verdade, se perde, e surge entre muitos, os cultos, estes repartidos em diversas correntes, que acabou por conduzir, o ser humano a rituais de Imolação de animais e oferendas, à ancestrais e deuses pagãos, das mais diferentes características.

Bem, como já havia sido previsto, a codificação kardecista, pelos Senhores do Carma, e assim, mais uma vez, as regras inicíaticas, se perdem, pois parte da percepção kardecista, aceita, a presença de “espíritos sofredores”, em seus Templos ou Casas, mas ignoram o sofrimento de seres antigos, que habitaram, o planeta e precisavam, além de orientações, que os elevassem espiritualmente, também, os esclarecesse.


O que gera, no plano Superior, a busca, de uma forma para que, de maneira harmônica e consecutiva, pudessem esses espíritos, muitos em total ignorância, serem “socorridos”.

Os Senhores do Carma, que observaram antigos lideres guerreiros, continuarem combatendo inimigos, no astral, que circunda o planeta, e que esses provindos das mais distantes partes do mundo, prosseguiam nesta batalha sem morte, pois perderam o total senso de tempo e espaço. Eram eles: mongóis, anglo-saxões, asiáticos, japoneses, africanos, brasileiros, ameríndios e etc., e está egrégora planetária, enfrentava um combate incessante, então (eles = Senhores do Carma), resolveram, reassumir, por determinação do Criador do Universo, a tarefa da “Organização Cármica e seus Processos e Procedimentos”.



Como com os atlantes, havia “funcionado,o processo evolutivo”, havia que se restaurar o mesmo, novamente no Planeta.

Havia, um antigo Mestre Atlante, em espírito, se prontificado para assumir essa árdua tarefa e o faz, usando aquele que há muitos séculos iniciara, que se chamava Zélio Moraes, no plano físico, em duras provações, que por bondade dos Mestres, permitem que o autodenominado Caboclo das Sete Encruzilhadas, o recuperasse, e seu amor por seu antigo filho, os fizesse trazer ao plano físico a Umbanda Real Atlante. (em breve texto, comentarei a história espiritual de Zélio Moraes e outras curiosidades...)

Configuração astral do Caboclo das 7 Encruzilhadas...

A segunda forma, também, poder-se-ia falar da Umbanda Real, como forma de distinção do que se vê hoje no planeta, uma vez que, novamente se desvirtuou, graças às vaidades e ambições humanas, no sacrifício de animais e cultos ritualísticos que NADA, tem a ver com a verdadeira Umbanda Real.

Mas àquela, à que me refiro, é a Sagrada e Honrada, por seus adeptos, que muitas vezes a praticam de maneira totalmente, desprovidos de qualquer valor financeiro, repartindo entre si, suas despensas de Templos ou Casas, e é mais secreta em seus ritos que a própria Ordem Maçônica, sendo que está Umbanda Real, é praticada não apenas em ritos, mas graus que podem alcançar 77.


A essa Umbanda, de pouca divulgação, pois a mão humana degrada o que não compreende, é que chamo Umbanda Real, e o pouco que dela me foi revelada, é o que me permitido dizer...

É esse processo evolutivo que me refiro, quando passo as sete forças e suas regências, assim, como tudo que me foi passado, porque novamente repito, voltando lá no texto, em que frisei, estamos na “Idade das Luzes”. (este texto, você, pode ler aqui...)




É urgente, simplificar os ensinamentos e fazer de cada um, seguidor de Deus da forma que melhor entende-lo, e Iluminar-nos.




Abraço Fraterno e Ótimo final de Semana....


Mara Bahia.

3 de julho de 2013

Forças de Irradiação (continuação...)

Queridos, 
Voltando ao texto publicado ontem, sobre as FORÇAS DA UMBANDA REAL, e seus centros de irradiação...


Começando com Iansã, senhora dos ventos, e que também não possui local fixo de irradiação, pois todas as demais energias a necessitam, e suas legiões, onde elementais do ar ou Sílfides, à auxiliam na tarefa de nos presentear com o ar, e com os ventos que polinizam e fazem as plantas florirem e se transformarem em frutos que nos energizarão o corpo físico e manter a VIDA!
Esse Orixá, por desconhecimento e assimilação errada de sua função na Umbanda Real, é direcionada a Chefe da primeira Legião de Xangô.
Na verdade, são a confusão de pseudos-umbandistas que querem ser donos de orixás que associaram esse mito de relacionar essas mestres da Luz a prostitutas no plano físico.
Absurdo que os ignorantes cultuam, e que por respeitos essas Mestras os ignoram....
Há muito trabalho a fazer, e “cangirá deixa a gira girar”, saudando Iansã e suas entidades subordinadas.
Pombas giras e bombo giras, são seres humanos desencarnarnados fixados na luxúria que esses terreiros de falsa espiritualidade os recebe e deixam perverterem seus médiuns. Em resumo: ignorância.


Quanto a Nanã, senhora dos lagos, que filtram e depuram almas que se encontram geralmente, após o desencarne em grandes labaredas ou queimados, serem atendidos com a Lama Curativa.
Esse trabalho, exige cuidados e sobre os lagos, recobertos de lama ou baixa profundidade, se instalam hospitais astrais regidos por essa falange, que depois do processo de higienização as(os) encaminham (espíritos), para o fundo do mar aquilo que já foi utilizado e devidamente neutralizado!



De Oxumarê ou Oxumaré, sabemos ser uma entidade guerreira mas profundamente amorosa, que atua nas Sete Linhas e seu símbolo significa a cura pelo amor, apresenta a cobra no braço e o arco-íris, que indica que todas as linhas lhes dão acesso.
Ouvi absurdos de o associarem a forma de defesa Gay, o que não cabe o mérito, pois, a ignorância é mestra desses seres, mas veja bem, esse orixá filho de Oxum e Oxossi, sobrinho dos demais Orixás, é o único na configuração afro, de cor dourada, careca e musculoso, ou seja, beleza, força, amor e coragem...


A discriminação, além de atestarem  desconhecimento mostra, total desrespeito as opções e livre arbítrio de todos. Além, de demonstrarem desconhecer essa entidade que amo.
Enfim, há necessidade de estudos, e muito pouco de vaidades de julgamentos baseados em preconceitos pessoais.
É tentar, pois como diz o ditado que ouso modificar, “estudar e coçar, é só começar ...”
Volto a esse assunto muito há a ser passado, e o que me foi ensinado quero passar para frente, minha malinha quando o Pai Grande me chamar, espero ser leve.
Cuidado com quem brinca com o que desconhecem... Para tudo “eles dão um tempo”...




Abraço Fraterno.

Mara Bahia.

2 de julho de 2013

Umbanda Real: As Forças...

Queridos...
Iniciando a falar sobre Orixás, Entidades Divinas da Natureza, temos que iniciar lembrando que o culto ao Seres da Natureza é mais antigo na África, do que remonta no planeta a vinda de Jesus.



Os africanos, possuem cerca de 800 Orixás, em todo o seu continente, onde, quando da revelação do Caboclo das Sete Encruzilhadas à Zélio Moraes, escolhe doze, que acabam sendo simplificados pelo mesmo com o consentimento deste, por 7 que, deixando os demais ligados a forças que os complementaram.
Não há ai nenhuma falta de respeito ou valorização de uns sobre outros, mas sim, sendo a Umbanda, uma religião que visa à simplicidade, não haveria ritos, que complicassem e sim facilitasse o seu entendimento.
Para que fosse possível, ater-se a essa idéia, determina o astral, aos umbandistas da Umbanda Real, a divisão das Forças de irradiação em Sete (7), principais, e a cada uma delas com sete legiões onde se intercalam os demais Orixás.
Você pode pensar mas e “eles”? Não se sentem menosprezados: Certamente que não, pois Mestres venceram a si e a nós encarnados, nas vaidades, invejas e ciúmes.
Simplesmente, a cada um foi dado uma atribuição que é complementada por outros e assim por diante visando à evolução da humanidade, já superaram as nossas “humanidades menos felizes”.
Bem, essa escolha do Senegal, como pais de referência, justifica-se pelo fato de na fundação da Umbanda Real no Brasil, ser a mais direta.
Sete Linhas, Sete Forças que irradiam energia, e dentre elas seus locais de força.


A primeira linha de Oxalá,ou seja, Cristo dentro da aculturação, irradia a Luz Solar, local onde fica Aruanda. E nosso olhar humano recebe a luz da vida, mas não se iguala a encará-los, por força maior baixamos a cabeça. É morada dos “libertos da Reencarnação”.


A segunda força da Umbanda, tem seu centro de irradiação de força no Mar, onde Yemanjá ou Iemanjá, irradia, até a faixa onde as ondas se formam, pois dali para frente, forças combatentes, resguardam a Rainha do Mar, cujo nome significa “Mãe dos peixinhos”, no qual o ser humano também se enquadra. Os combates no mar, entre seres trevosos e luminares, ocorrem constantemente pois ali se desmancham trabalhos de todas as formas maléficas que o mal pode criar. São Tritões e Sereias Guerreiras que ali administram.


Na terceira linha de Umbanda, temos a linha de Ogum, que como forças militares que são, atuam, como defensores, das cinco linhas restantes, pois a cada linha existe uma linha de ogum correspondente.
Vejam, Ogum Sete Ondas, atua no mar, assim como Ogum Megê atua na terra e no Mar, Ogum Rompe-Mato nas matas, e não possuem um centro de irradiação fixo, como as demais cinco .


Na quarta linha, temos a de Oxossi, na figura do guerreiro e defensor das matas, tem seus guerreiros e flecheiros nas figuras indígenas representativas do Cacique Sete flechas, Caboclo Araribóia, Cobra –Coral... Já Ogum das Matas, assim como as Falanges de Jurema das Matas Virgens e Jurema Flecheira, que se apresentam na forma de Amazonas, e entidades que lidam com a cura, ou seja, seu centro de irradiação esta centrada nas matas.


Na quinta linha, temos, Xangô, na regência que possui,diversos locais de atuação sendo que Xangô da Pedreira, irradia das grandes pedreiras e possui como guardião também, Ogum Rompe Mato, Ogum das Sete Pedreiras, que muito pouco é evocado....quase sempre no ponto cantado de Xangô. Temos também, Xangô do Fogo, que atua no processo de cura, através da chama invisível.
Alias, essas três Entidades Guerreiras, se apresentam quase sempre com entidades que trabalham nas três linhas de força de acordo com a necessidade. Por exemplo, Caboclo Cobra Coral e Caboclo Sete Flechas, trabalham nas linhas de Oxóssi e Xangô, e assim muitas outras entidades, se unem na fraterna tarefa de se elevarem, elevando o homem seu irmão, na criação junto.


Na sexta linha, temos a doce regência de Oxum, que vibra nos rios, lagos e cachoeiras, e ali temos Ogum Beira Rio, Ogum Das Águas, e em todas as linhas, Ogum de Ronda, que guarnece aqueles que os evocam, principalmente realizam a guarda de templos e médiuns.


Na sétima linha, regida por Omulu, temos as entidades que fazem com que as determinações cármicas se cumpram, de acordo com as determinações dos Senhores do Carma, que atuam na linha de Xângo. São Guerreiros, que muitos temem e chamam de Exus, como representação do mal, como se vê nas imagens das “Floras”, com representações demoníacas. Isso só demonstra ignorância e atraso de alcance humano, pois os que atuam nessa linha, trabalham para o bem do ser encarnado, contra essas sim, forças do mal, que não vou enumerá-las, por não trabalharem na LINHA BRANCA DA UMBANDA REAL, e não evocá-los, apesar de saber que existem, e se alegram com a desgraça humana temos “AS SETE ESPADAS DE OGUM,PARA DEFENDER-NOS DO MAL!”
Salve esses Mestres luzeiros e também, seus Caboclos, Pretinhos e Pretinhas Velhas assim como Ibejês e suas Ordens.
Voltarei neste assunto...
Entendam, que não há submissão entre as sete forças, e suas sete legiões e sete sub-legiões, e sim uma enorme organização, respeito, delimitação de funções e de níveis de vibração.
Espero ter dado uma visão geral, sobre as Sete Linhas Da Umbanda Real, e sei que faltou falar de Iansã, Nana e Oxumaré.
Em um próximo, texto colocarei seus locais de forças, tarefas e descrições.
Ah, hoje a religião com maior número de adeptos no Senegal, é o Islamismo.



Abraço Fraterno,

Mara Bahia.

12 de março de 2013

Na Beira do Mar...

Olá, queridos...

Tudo é mais simples, na beira do mar, já perceberam?

As pessoas, as roupas, os objetos, enfim, conseguimos fugir da cidade que existe dentro de nós ....

Explico... Em contato com o mar, somos peixinhos, que retornam ao local, de onde viemos, nos primórdios da criação, e o nosso nascimento de gestação de nove meses na água, nos chama a reflexão...


Eu em particular, penso muito mais no mar, o ar é menos denso, as pessoas em contato com esse agente transmutador ficam mais dóceis, e consegue-se muito mais, falar sobre aquilo que pensamos, e também fazer planos.


Isso ocorre porque a densidade vibratória das cidades grandes, deixam uma enorme sensação de peso, e muitas vezes, (já tive prova disso), a leveza da saída da praia, o peso de virmos do litoral ao entrarmos na cidade, e a leveza de voltar no mesmo dia, comprova para mim, essa mudança etérea de lugar e lugares.

No dia a dia, a beira mar, veja bem, não necessariamente na areia, mas no litoral, vamos nos desapegando de coisas que doeram, magoaram, decepcionaram, e bem devagarzinho de uma forma sutil,entram os planos, a renovação, a tranquilidade da mente, e até a capacidade de perdoar aumenta.

Quando falo perdoar, é esquecer o que doeu em nós, mas não o esquecimento. É parece, e é incoerente esse raciocínio, mas cabe lembrar, que como disse Paulo, apóstolo do Mestre Nazareno: "O espírito é forte, mas a carne é fraca".


Quem te fez  chorar, tenha certeza, se permitires o fará novamente...


Lembre sempre, da lenda do “Sapo & do Escorpião”, onde o escorpião justifica, ao sapo o fato de picá-lo, e ambos morrerem, fazer  parte da sua NATUREZA, ou seja é sua essência...


Eu, hoje, estou falando, de densidades de lugares, e isso observei em Templos, não vou citar nomes, mas se aplica esse termo a todos, onde se pode observar, carrancas nas pessoas, que confundem seriedade com rispidez, acham que sorrir em harmonia, é deboche, e que só sentindo culpa de tudo, serão seus adeptos agraciados por Deus... Pobres e infelizes os que pensam assim...


Esse tipo de pensamento quando é isolado pela maioria, é neutralizado, e o carrancudo, sem perceber, sai feliz e satisfeito do templo.


Mas, se a maioria, adota o comportamento carrancudo, maldoso, infeliz e falso, com relação ao seu semelhante, o mínimo que acontece, a aquele, que estava feliz, é sair deste local sentindo uma melancolia sem razão, e sem motivo aparente. Apenas triste, e às vezes muito cansado.





Eu digo o mínimo, pois se pode em ambientes assim densos, onde a presença espiritual de afins, ali também se comprazem, contrair doenças graves, como dizia Chico Xavier, da depressão ao câncer.

Em casos mais sérios, dependendo do norte que esse local assuma, nada melhor que uma boa ida ao mar...

Ali ficarão a maior parte das densas energias, na Grande Calunga, e até outra ida, geralmente os terreiros, o fazem dia 2 de fevereiro (Iemanjá), a “CASA SE SEGURA”...

E assim, observamos nossas afinidades, pois para aqueles que preferem o verde das matas, uma ida a serra, pela altitude e ar rarefeito, vão ter a mesma sensação de leveza ou até ir para beira de um rio, ou fazer como tive a graça de realizar, um passeio de uma hora em um barco, no rio que encontra o mar, e sentimo-nos como um pássaro planando sobre águas doces e salgadas, na beleza da doçura e sal, que compõe nosso corpo, alma e espírito.




Um super abraço,

Mara Bahia...